Projeto e viabilidade
Faz o diagnóstico na planta, define layout, tempos de ciclo e o escopo que realmente resolve o gargalo. É a frente que diz “ainda não vale a pena” quando é o caso.
Não somos um revendedor de robôs. Somos os engenheiros que continuam atendendo o telefone quando a linha está em regime e a produção depende dela.
Nascemos de uma frustração comum: projetos entregues no papel e abandonados no chão de fábrica.
A Qelvastro começou em 2012, em uma sala emprestada no Berrini, com três engenheiros que já tinham comissionado células demais para saber onde elas costumam falhar. A ideia era simples e, na época, incomum: assumir a operação junto com o cliente, e não sumir depois da nota fiscal.
De lá para cá crescemos devagar, aceitando os projetos que conseguimos acompanhar com atenção. Preferimos recusar um contrato a entregá-lo pela metade. Isso nos manteve pequenos — e é exatamente por isso que a fábrica fala com quem projetou a célula, não com um call center.
Hoje atendemos indústrias de autopeças, alimentos e bens de consumo em São Paulo, Minas e no Sul, sempre com a mesma equipe técnica na ponta.
Só apresentamos orçamento depois de visitar a planta e medir o processo. Uma proposta feita por telefone quase sempre vira retrabalho — e quem paga por ele é o cliente.
Entrega sem transferência de conhecimento é dependência disfarçada. Formamos operadores e mantenedores para diagnosticar e retomar a célula sozinhos no dia a dia.
Evitamos soluções fechadas que prendem o cliente e envelhecem mal. Componentes com representação no Brasil e protocolos documentados preservam o valor do parque instalado por muitos anos.
Preço de aquisição é só uma parte. Mostramos peças, manutenção, energia e treinamento no mesmo estudo, para que a decisão seja tomada com todos os números à vista.
Reduziram o tempo de troca de ferramenta de 40 para 12 minutos e ficaram até a equipe dominar a célula.
Depoimento (exemplo) — coordenador de manufatura, autopeças · Sorocaba
Uma equipe enxuta, organizada em três frentes que conversam o tempo todo. Sem camadas entre quem decide e quem executa.
Faz o diagnóstico na planta, define layout, tempos de ciclo e o escopo que realmente resolve o gargalo. É a frente que diz “ainda não vale a pena” quando é o caso.
Programa robôs, CLPs e sistemas de visão, monta a célula e acompanha a partida em regime até os números baterem com o projeto.
Cuida dos contratos de disponibilidade, do plano de peças e das melhorias que mantêm a linha competitiva depois que o projeto já virou rotina.
Marque uma visita técnica. Levamos exemplos de projetos parecidos com o seu e conversamos sobre o que faz sentido para a sua planta.